E depois do vírus chinês?

Geral

Alexandre Costa

Publicado em 24/03/2020

O ano de 2020 já pode ser considerado atípico. Começou com a morte de Qasem Soleimani, o general iraniano que servia de ponte com várias células terroristas e que, não sejamos ingênuos, ainda deve trazer transtornos. Logo depois surgiram a gripe chinesa, a turbulência das bolsas de valores e a queda abrupta dos preços do petróleo.

Em apenas três meses, o mundo foi transformado. Todas as expectativas e previsões ficaram obsoletas, inclusive aquelas que indicavam uma crise no sistema financeiro internacional, talvez até um reset, no segundo semestre deste ano ou no início de 2021. Os preços das commodities e o valor de inúmeras companhias sofreram abalos muito sérios e a gripe que se alastrou até tornar-se uma pandemia modificaram completamente o panorama geopolítico.

No Brasil, preocupações com o desempenho dos poderes governamentais e a provável inércia de um ano eleitoral, agravado pelas Olimpíadas, agora parecem pertencer a um passado distante.

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